quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Entenda como os vírus infectam seu computador

Ao conhecer os vetores de ataque, fica mais fácil se proteger das pragas.
Veja como os vírus atacam e como tomar precauções para evitá-los.


Os vírus se restringem a algumas poucas formas -- ou “vetores de ataque”, na linguagem técnica – para chegar até um computador. Sendo assim, não vale a pena se preocupar o tempo todo com situações raras ou que necessitam de uma série de condições para funcionar. Ao conhecer os principais vetores de ataques, , você pode tomar precauções para evitar boa parte dos vírus. Veja como eles chegam até as máquinas e, no texto mais abaixo, como se proteger dessas pragas.

Mensagens instantâneas e redes sociais
Qualquer meio de comunicação na internet pode ser abusado por criminosos. Como os usuários são amigos ou se conhecem, a tendência é confiar naquilo que se recebe. Várias pragas, quando infectam um computador, fazem com que os programas de mensagem instantânea enviem links ou arquivos disseminando o vírus para os contatos da vítima.




Nos piores casos, o vírus poderia explorar uma brecha no programa de mensagem instantânea ou no site de rede social (e no navegador web, ver abaixo). Com isso, a infecção seria automática, sem a necessidade de clicar em nada. Mas isso é raríssimo.
Portanto, uma dica para evitar problemas é confirmar com o contato se ele realmente enviou o link antes de clicar no endereço indicado por aquela pessoa.

Brecha no sistema

Programas de computadores possuem falhas e erros. Sistemas operacionais não são diferentes, e brechas em componentes de sistema podem ter um impacto bem grande. Algumas dessas vulnerabilidades já permitiram que vírus se espalhassem de um computador para o outro sem nenhuma ação do usuário. Basta estar conectado à internet para se tornar vítima.

A melhor maneira de se proteger é manter o navegador web e todos os plugins, como Flash, PDF, QuickTime e Media Player, atualizados. Isso impede que um hacker consiga criar uma página que automaticamente infecte o seu sistema.
Os navegadores possuem sistemas de atualização automática. O Internet Explorer depende do Windows Update. Os plugins precisam de cuidado extra, pois nem todos têm sistemas de atualização automática eficientes. O Flash, da Adobe, por exemplo, não tem. O Firefox está alertando usuários a respeito de versões desatualizadas de plugins, mas outros navegadores não fazem o mesmo.

E-mails
O e-mail é uma maneira muito eficaz para disseminar vírus. Milhões de e-mails podem ser enviados a um custo baixíssimo, muitas vezes a partir de computadores previamente infectados.
Há várias maneiras comuns para se disseminar uma praga por correio eletrônico. As pragas automatizadas enviam mensagens geradas automaticamente. O arquivo malicioso é anexado. Existem casos, porém, em que o criminoso constrói um e-mail para enganar as vítimas e os arquivos são, normalmente, referenciados por links.
Assim como os programas de mensagem instantânea, sites e clientes de e-mail também podem ajudar os criminosos a abusar da confiança entre internautas. Mas atenção: o campo “De:” em um e-mail pode ser forjado. Por isso, cuidado ao confiar na informação de remetente. Analise a mensagem e, se vier de um conhecido e ela for suspeita, confirme que a mesma foi enviada. Se vier de um desconhecido e tratar de um tema muito sério ou escandaloso, não abra!
Siga alguns exemplos:








Pen drives Dez anos atrás, o problema estava com os disquetes. Hoje substituídos por pen drives, os vírus também se adaptaram. Usando o recurso de reprodução automática (“Auto Run”) do Windows, um vírus pode se copiar para um pen drive e forçar sua execução assim que o dispositivo for conectado em um computador.




Para impedir que isso aconteça, é possível instalar uma atualização de segurança do Windows que desativa a reprodução automática em pen drives. Com isso, o vírus ainda continuará armazenado, mas não será executado no seu computador. Em outras palavras, você poderá
conectardispositivos USB no seu PC com muito mais tranquilidade.
Engenharia Social - “o cavalo de troia”
Existem muitos “presentes de grego” na internet. Programas que prometem funções sensacionais, softwares que ainda nem foram lançados e auxílios para trapaças em games são apenas alguns exemplos. Ao fazer o download de um desses aplicativos e executá-los, você pode estar sendo enganado. Em outros casos, um vírus virá de “acompanhante”.


Existem também os softwares que prometem, por exemplo, monitorar o computador de outra pessoa. Junto com eles chega também um componente extra que irá monitorar o computador de quem fez o download do programa.


A dica é desconfiar do que parece bom demais, e ficar longe de trapaças e pirataria.

Memorias DDR4 em 2012

Após o sucesso das memórias DDR3 (Memória RAM), o lançamento das novas DDR4 já está previsto para 2012,anunciado pela empresa AnandTec. As novas memórias serão otimizadas para desempenho e baixo consumo.
As ddr4 terão uma velocidade Maximo (projetada até agora) de 3200 MHz, enquanto a mínima será nos 1600MHz.
Enquanto a economia, as ddr4 serão 0,3 décimos mais baixos do que a ddr3 que funcionam a 1.5V,(ficando as ddr4 com 1.2V)

Lembre-se que a velocidade máxima projetada foi de 3600MHz, mas tal como as DDr3 no qual a velocidade máxima seria 1600MHz, existem módulos(o hardware da foto no topo da pagina) que atingem os 2133MHz, o que quer dizer que nada impede que as novas ddr4 ultrapassem os 3600MHz.

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Que sistema de arquivos usar: FAT, FAT32 ou NTFS?

O que é um sistema de arquivos? Sem um grande aprofundamento no funcionamento de um disco rígido, vamos lá... Quando os dados são gravados no HD, pedaços dos dados são gravados no primeiro espaço livre que estiver mais fácil para a cabeça de leitura/gravação encontrar. Se o arquivo couber nesse espaço, o HD finaliza a gravação aí. Mas se não couber, o arquivo é picado e os próximos pedaços são gravados nos próximos espaços livres encontrados. Ao gravar um arquivo, o sistema operacional grava numa tabela numa área especial do disco, o nome do arquivo e o local físico no disco onde ele está. Esse local é indicado seguindo uma codificação, que o sistema operacional entende. Por exemplo, ele grava o arquivo Carta.doc na linha 21, coluna 25, correspondente, digamos, a quadra 458. Quando você abrir esse arquivo, ele sabe que os dados referentes a ele estarão nesse lugar. Os dados no HD são guardados em compartimentos de certa forma embaralhados, e é por meio da tabela que o sistema grava que ele pode ler e encontrar os arquivos. Quando você apaga um arquivo, os dados dele não são necessariamente apagados, ele é removido da tabela, do índice. Estando livre na tabela, o sistema sabe que o espaço na quadra tal está livre, e quando você salvar outro arquivo, ele poderá ocupar essa quadra. Ao modificar um arquivo existe adicionando dados, os dados adicionados vão para as próximas quadras livres, e a tabela é atualizada, indicando que aqueles dados pertencem ao seu arquivo.

Em nível elementar, o HD possui um mecanismo interno que trabalha de forma semelhante, porém transparente para o próprio sistema operacional.

Tudo bem... Mas onde entra o sistema de arquivos nessa história? Ao gravar a tabela, o sistema operacional a grava de forma que ele possa lê-la depois. Para isso ele usa um conjunto de regras próprias, que outros sistemas operacionais não entenderiam, a menos que estivessem programados para tal. Essas regras constituem o sistema de arquivos. O FAT, mais antigo, era usado pelo DOS e pelo Windows 3.11, além do 95. Ele tinha muitas limitações, só funcionava com partições de até 2 GB. Quem tinha um HD maior (na época era difícil...) deveria particioná-lo em diversas partições de 2 GB ou menores. Ele é um verdadeiro desperdiçador de espaço. Ao gravar os dados dos arquivos nas quadras, se o arquivo cabe inteiro na quadra, ele a ocupa. Mas se não cabe (o que quase sempre acontece, afinal as quadras devem ser pequenas para que possa caber bastante coisa no HD), então ele é dividido e gravado em várias quadras. Mas cada quadra pode manter apenas os dados de um arquivo. Sendo assim, se o último pedaço do arquivo ocupar apenas um pedacinho de uma quadra, o restante dela deverá ficar livre, não podendo guardar dados de outro arquivo. O FAT usa uma quadra muito grande. Ao gravar arquivos pequenos, eles ocupam uma quadra inteira no mínimo; por exemplo, um arquivo de texto de 5 kb poderia ocupar uma quadra de 32 kb, o que é um grande desperdício. Os 27 kb restantes não poderão ser usados por outros arquivos, a menos que este seja apagado. Os sistemas atuais mantêm compatibilidade com FAT, afinal ainda é usado nos disquetes de 3 polegadas. Ela também é chamada de FAT16. Já o FAT32, usado no Windows 98 e 95 com as últimas atualizações dele, é uma versão adaptada da FAT. Basicamente usa quadras menores, evitando o desperdício de espaço. É o sistema mais recomendável para computadores domésticos ou escritórios que possam se abster dos recursos oferecidos pelo NTFS (veremos já, já). Vale lembrar que o MS-DOS antigo, o Windows 95 puro e o Windows NT 4.0 não reconhecem FAT32. As versões mais recentes de Windows mantêm compatibilidade com FAT32, e podem ser instaladas nesse sistema de arquivos. O FAT32 permite o uso de partições de até 32 GB pelo Windows XP (originariamente o FAT32 suporta volumes de 512 MB a 2 TB). Porém esses sistemas, FAT e FAT32, não oferecem recursos de proteção aos arquivos. Qualquer um pode ler, apagar, editar... Eis onde entra o NTFS, Sistema de arquivos do Windows NT. Ele é um sistema mais robusto, permite maior gerenciamento dos dados do HD. Atualizado para o NTFS 5, com o Windows 2000 (uma atualização do NT), trouxe mais vantagens. Algumas vezes ele reduz um pouco o desempenho, especialmente em computadores com menos recursos, mas nada tão significativo. Com ele, o desperdiço de espaço é menor ainda. E o sistema marca automaticamente as quadras defeituosas do HD, para não mais utilizá-las, coisa que com o FAT ou FAT32 só ocorria ao passar o scandisk no modo completo. Além disso tudo, “tchan tchan”... Ele traz recursos de segurança: os arquivos podem ser protegidos para cada usuário, e um usuário pode bloquear seus arquivos. Quando o usuário X entra no sistema, por exemplo, com sua conta e senha, ele não pode acessar os arquivos do usuário Y, a menos que o usuário Y tenha configurado as permissões de modo a permitir acesso a esse usuário ou a todos. No entanto, hoje em dia diversos sistemas, incluindo algumas distribuições Linux, podem acessar e ler em NTFS. Assim a proteção por usuário não teria efeito, visto que o Windows não estaria em uso para gerenciá-la... Mas o NTFS oferece duas novidades na sua versão 5, incluídas no Windows 2000: compactação e criptografia. A criptografia grava os dados codificados, com base na senha do usuário. Outros sistemas não conseguirão acessar os arquivos. Se o usuário perder a senha, adeus arquivos... E a compactação é diferente do ZIP ou de qualquer programa de compactação. O Windows compacta os dados gravados e não o arquivo em si. Isso de forma transparente para o usuário: você manda gravar o arquivo Lista.xls, de 1 MB. O Windows vai gravando e compactando, de modo, por exemplo, que esse arquivo ocupe 0,7 MB em disco. Ao abrir o arquivo, os dados são automaticamente descompactados, você nem percebe. Em um Pentium II ou superior isso praticamente nem reduz o desempenho. As taxas de compressão dependerão muito do tipo de arquivo (arquivos de texto e imagens em bitmap, que possuem grande quantidade de dados redundantes, podem ser extremamente comprimidos, enquanto que arquivos já compactados, como imagens em JPG ou músicas em mp3 dificilmente apresentam boas taxas de compressão). Quanto a criptografia dos arquivos em NTFS recomenda-se usá-la apenas, e apenas mesmo, se você realmente precisar dessa proteção. Se por qualquer motivo a senha do usuário precisar ser redefinida, não será mais possível abrir nem editar os arquivos protegidos. Ao compactar ou criptografar uma pasta, todo o conteúdo dela será compactado ou criptografado, embora você pode fazê-lo também com arquivos individuais. A compactação e criptografia em partições NTFS podem ser acessadas nas propriedades da pasta ou arquivo, aparecerá um botão Avançadas. Por padrão, ambas ficam desativadas.

É na formatação que se define o tipo do sistema de arquivos, e a estrutura do HD é preparada para o sistema operacional em questão. O Windows 2000 ou superior possui um conversor, que pode converter uma partição FAT32 em NTFS, sem perder os dados.

No geral, prefira o NTFS, por ser mais seguro. Na instalação do Windows, escolha Formatar a partição usando o sistema de arquivos NTFS. Mas o Windows 9x/Me não lêem partições em NTFS. Se você pretende manter um desses sistemas em dupla inicialização com o Windows NT, 2000, XP ou superior, aí você deverá formatar a partição ativa (normalmente a C) em FAT ou FAT32. E se a partição do outro sistema for NTFS, ela não será acessível pelo Windows 9x/Me.

Dica: não escolha a formatação rápida oferecida pelo Windows XP ou superior, a menos que você tenha certeza que o HD não possui áreas danificadas. Na formatação completa ele demora um pouco mais, mas varre o disco procurando setores (as quadras) defeituosos e marcando para não utilizá-los. Afinal, gravar arquivos em áreas assim é dor de cabeça, depois eles ficarão corrompidos ou não poderão ser abertos. Seja em HDs novos ou velhos, é bom escolher a formatação completa.

Saiba que... O desperdício de espaço por causa do tamanho da quadra praticamente sempre existe. Por isso, nas propriedades dos arquivos e pastas, o Windows mostra dois tamanhos: Tamanho, simplesmente, e Tamanho em disco. O tamanho indica a quantidade de dados do arquivo, independentemente de onde ele esteja. Seja num HD, CD/DVD, disquete, Internet, etc. Agora o Tamanho em disco, indica o espaço ocupado pelo arquivo num disco específico, levando em conta o sistema de arquivos utilizado no disco e o tamanho da quadra do mesmo. Um exemplo fictício, mas didático: um arquivo de 15 kb é gravado numa quadra de 32 kb. O tamanho do arquivo é 15 kb, mas o tamanho em disco é 32 kb, pois são necessários - e estão sendo gastos - 32 kb do disco para comportar esse arquivo.

Mais: FAT quer dizer File Allocation Table, Tabela de Alocação de Arquivos. Isso em referência a tabela que armazena os nomes e os caminhos dos arquivos, além das propriedades deles (oculto, somente-leitura, etc).

Nota: preparei este tópico para usuários leigos e comuns, que não precisam saber como funciona um HD por completo nem com os termos técnicos, como clusters, trilhas e setores. Se você quer se aprofundar no assunto, poderá facilmente encontrar informações sobre FAT, FAT32 e NTFS e na Ajuda e Suporte do Windows 2000/XP ou na Internet. E, sobre os HDs, em apostilas específicas, muitas disponíveis gratuitamente na Internet.

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Internet: será que o provedor te entrega a velocidade prometida? Faça o teste

O Speedtest.net é um excelente serviço que testa a velocidade de sua conexão em qualquer circunstância, independentemente do sistema operacional ou do computador que você estiver usando no momento. Rápido e eficiente, este testador de conexão gratuito capta seu IP, sua localização e realiza testes de velocidade de download e upload.

Se você está achando que sua internet está lenta demais ou apenas quer confirmar sua velocidade, verificando se é realmente aquilo que o provedor promete, basta acessar o site e iniciar um teste, clicando em "Begin Test". O serviço irá testar sua velocidade de Ping, sua velocidade de download e sua velocidade de upload, respectivamente. Um ponteiro estilo velocímetro irá exibir os números (kbps, mbps) para você.

Acompanhe os gráficos de transferência de dados, veja sua localização no mapa e, se quiser, ainda pode compartilhar o resultado de sua internet no Twitter ou Facebook. Dê uma classificação para seu provedor, escolha um novo servidor para realizar testes novamente e saiba o quanto você está mais rápido se comparado com a média do país!

Para acessar o SpeedTest, clique aqui.

É novato no Linux? A gente dá algumas dicas!


Decidiu largar o seu sistema operacional antigo e embarcar na filosofia Linux? Se você se deparou com algumas dificuldades e está precisando de dicas para facilitar a entrada nesse novo mundo digital, a primeira coisa a fazer é começar a ler. A dica é do consultor técnico de software livre, Bruno Gurgel, que garante que a melhor maneira de aprender a mexer no sistema é ler as documentações da sua distribuição escolhida.

Segundo ele, a internet está cheia de fóruns e blogs lotados de perguntas sobre a plataforma, mas muitas delas nem precisariam estar lá se os usuários tivessem o costume de ler. "Lendo, você aprende como fazer instalações, quais as diferenças entre as distribuições e para que usar cada uma delas”, comenta.

Outro ponto importante para quem pensa em abandonar o Windows ou já o abandonou é descobrir qual é a sua distribuição ideal. Bruno comenta que não existe uma distribuição melhor que a outra, apenas a certa para um objetivo, pois cada uma delas é focada em algo diferente. "Uma boa dica para conhecê-las melhor é acessando o site Distro Watch. Lá tem informações sobre as novas versões e dicas para entender o que faz cada distribuição", diz.

Conhecer a filosofia do software livre também faz parte do aprendizado. Se você entrou nessa só por curiosidade ou porque estava cansado dos vírus e travamentos dos outros sistemas operacionais, vale a pena ler o livro "Catedral e o Bazar", de Eric S. Raymond, um ensaio que apresenta dois diferentes modelos de desenvolvimento de um software livre.

Depois das leituras iniciais, a dica é se infiltrar em fóruns e listas de discussões para interagir com pessoas que tenham gostos parecidos. Frequentar eventos de Linux e software livre também é necessário. "Brincamos que o importante não é saber fazer, mas conhecer pessoas que saibam", comenta Bruno. "A colaboração faz parte da filosofia do software livre e é por meio dela que os usuários vão aprender cada vez mais", completa.

Os iniciantes também devem procurar entender como funciona o gerenciamento de pacotes de uma determinada distribuição e a ferramenta Make. Dessa forma, é possível instalar novos softwares no sistema. Ainda nos termos técnicos, Bruno ressalta a importância de saber trocar o Windows pelo Linux e, mais ainda, se forçar a realizar tarefas normalmente. "Tente fazer a mesma coisa que você fazia no Windows com o Linux. Se você editava fotos no Photoshop, por exemplo, ache o software similar para o Linux e comece a usá-lo", comenta. "Achar o software semelhante pode não ser uma tarefa muito fácil, mas os fóruns ajudam bastante", conclui.

Para quem, deseja baixar uma versão bem legal do Linux, a minha dica é o Ubuntu 11.04, ele pode rodar a partir do CD-ROM, e assim você vai aprendendo aos poucos, e quando estiver pronto para mudar de sistema é só instalar ele definitivamente, para baixar Clique Aqui.


Tem alguma outra dica para compartilhar? Escreva nos comentários abaixo!

Fonte: Olhar Digital