terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Como economizar a bateria da câmera digital


A cena é a seguinte: uma reunião de família. Depois de muitas fotos, você resolve juntar todos para registrar esse raro momento. Depois de muita insistência e finalmente conseguir chamar a família inteira, todos estão em posição e quando você tenta ligar a câmera percebe que a bateria está descarregada.

Se essa cena não aconteceu com você, com certeza já ocorreu algo muito parecido. Todos os fotógrafos, sejam eles amadores ou não, já passaram por algo semelhante, perdendo imagens importantes por ficar sem bateria na câmera depois de apenas algumas fotos.


E a verdade é que existem maneiras simples de economizar energia para que isso não ocorra. É claro que a bateria das câmeras varia de acordo com a marca e o tipo da máquina, mas selecionamos dicas gerais para diminuir o consumo de bateria da sua câmera digital.

1. O principal vilão: tela LCD
Com certeza as telas de LCD são as responsáveis pelo maior gasto de bateria desnecessário. Ainda mais agora que estão cada vez maiores, podendo chegar até 4 polegadas

A maioria das câmeras compactas só possui esta forma de visualizar a imagem na hora da foto, mas uma boa opção – e disponível em 99% das câmeras – é diminuir o brilho da tela. Assim, você garante a economia de energia sem perder o enquadramento da foto.

Para câmeras um pouco mais sofisticas ou profissionais é interessante desligar o visor LCD e fotografar utilizando o visor direto. Seja como for, diminuir o uso do LCD é certeza de economia. E este fator nos leva à segunda dica:

2. Visualizar e deletar imagens? Em casa!

Quantas vezes batemos a foto e ouvimos a pergunta: “Posso ver como ficou?”. Bem, na verdade, não pode. Ficar revendo as imagens feitas, deletando, selecionando em pastas e editando é um costume comum, mas que gasta muita bateria.

Além de deixar o visor LCD ligado por mais tempo, você pede que a câmera realize várias funções que exigem muito da câmera e do cartão de memória, gastando, assim, mais energia. Portanto, se estiver com apenas uma bateria ou em um local sem ter como recarregá-la, deixe para editar e rever suas fotos em casa.

3. Flash: evite!

As câmeras digitais compactas são comumente usadas em modo automático. Nenhum problema até aí, pois eles são geralmente satisfatórios e não exigem conhecimento do usuário. No entanto, esse modo automático define, também, quando utilizar ou não o flash. E podem errar.

O flash gasta muita bateria. Você mesmo pode testar isso, verificando a diferença de fotografar um dia só com flash e outro sem. Com certeza vai perceber que a bateria dura por mais cliques sem a iluminação artificial.

Portanto, se o lugar fotografado for bem iluminado, desligue o flash da câmera. Além de economizar energia, vai proporcionar fotos melhores. Outra opção é utilizar flash externo, no caso de câmeras semiprofissionais e profissionais, pois eles funcionam com bateria própria.
4. Não carregue a bateria mais tempo do que necessário
Este é um erro comum, que muitas pessoas não percebem que cometeram. Ao colocar suas baterias (ou pilhas recarregáveis) para carregar, respeite o sinal luminoso: se ele informa que a bateria já está carregada, retire-a da tomada imediatamente. Deixar suas baterias na tomada por muito tempo pode ocasionar perda de células, diminuindo seu desempenho.




5. Carregar e descarregar
Outra dica com relação à bateria é tentar sempre carregá-la e utilizá-la até o final. Não é necessário esperar até que a câmera desligue. Logo que ela informar que a carga de bateria está baixa, pode recarregar. Mas evite carregar a bateria se ela ainda tem carga para ser utilizada.
6. Observações finais
Mesmo com as dicas acima ainda há coisas que você pode fazer. A primeira delas é verificar se sua câmera tem um modo hibernar. Isso garante que o visor LCD desligue sozinho quando não for usado depois de algum tempo.

Outra dica importante é sempre verificar a carga da bateria antes de sair de casa. Baterias que não forem utilizadas por muito tempo podem descarregar. Vale lembrar que é bom guardá-las em local seco e longe do calor.

E por fim, se puder, sempre carregue uma bateria extra. Melhor ainda se comprá-la juntamente com a câmera, pois a chance de pagar mais barato é maior. Dessa forma, a probabilidade de perder imagens legais por ficar sem carga é menor.

Esperamos que estas dicas ajudem você a não deixar de fotografar nenhum momento importante. São ações simples que podem economizar carga e prolongar a vida útil da bateria de sua câmera digital.

FONTE: TECMUNDO.

Como roubar identidades na internet em apenas 7 passos.

Herbert Thompson (Foto ao lado) tinha tudo para ser mais um estudante comum, mas desde 2008 ele rouba identidades na internet. Calma, Thompson não está mal-intencionado nem cometeu nenhum crime virtual até então. Seus “roubos” são parte de um estudo que acaba de ser publicado na revista Scientific American.

Segundo ele, a proposta é alertar os internautas da fragilidade do sistema de segurança adotado pela maioria das companhias. “É possível roubar todos os dados de uma pessoa na web, a partir de uma simples pesquisa no Google”, alerta Thompson.


Em linhas gerais, os sete passos seriam os seguintes:

  • 1 - No Google, localize um blog pessoal da vítima e um resumo com suas aptidões e interesses. Links para redes sociais também interessam. Em alguns desses lugares, muito provavelmente você obterá um enedereço de email do Gmail.
  • 2 - O próximo passo é tentar acessar uma conta bancária. Mesmo que você esteja errado, o site deve retornar uma pergunta secreta ou um email para cadastro e elmbrete de uma nova senha.
  • 3 - Você ainda não tem acesso ao Gmail da vítima. É hora de repetir o procedimento, tentando clicar em links de recuperação se senha e pergunta secreta. Você receberá um email em alguma conta secundária, provavelmente um antigo email, do colégio ou universidade, muito comuns nos EUA.
  • 4 - O próximo passo é acessar a conta de email do colégio. É aqui que reside o maior problemas já que o nível de segurança em geral é mais baixo. Dados simples como CEP e data de nascimento costumam resolver.
  • 5 - Caso você não tenha a data de nascimento, pode consultar essa informação em algum órgão público. Algumas consultas veiculares são abertas ao público nos EUA, de forma que fácil descobrir o dia do aniversário além de outro dados pessoais.
  • 6 - Caso a documentação não esteja acessível, tente procurar no blog pessoal da vítima. É bem provável que lá exista um post ou uma menção à data de aniversário com o ano de nescimento.
  • 7 - De posse de todos esses dados se torna simples conseguir a senha do email da época do colégio. Dentro dele você terá acesso ao lembrete de senha do Gmail. Com a senha do serviço da Google, você terá acesso ao email enviado pelo banco. Pronto, sua conta acaba de ser crackeada.

Ao definir a vítima a partir do Google, o hacker encontra o blog pessoal dela, com links para redes sociais e, provavelmente, endereços de email. Em seguida, tenta entrar na conta usando as dicas de senha como referência.

Ao solicitar uma nova senha ou mais informações, é possível que alguns dos serviços, como o email da universidade, por exemplo, acabe disponibilizando a possibilidade de reenvio de senha para um novo endereço. Basta que ele consiga uma senha ou acesso a uma rede para que, em cascata, todos seus códigos sejam quebrados.

O estudo completo (em inglês) pode ser conferido neste link. Vale lembrar que as contas “roubadas” por Thompson foram todas relatadas no estudo, de forma que as vítimas ficaram cientes dos perigos que corriam. O Tecmundo não recomenda que você tente seguir os passos e faça o mesmo, afinal essa atitude é criminosa.

Fonte: TECMUNDO

Processamento de Dados

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Suas informações nas mãos de estranhos

Um dos riscos mais comuns que os usuários correm, em especial quando utilizam máquinas em locais públicos, é o da cópia de informações privadas. Você pode não perceber, mas sempre que você utiliza um arquivo a partir de um pendrive, diversos tipos de informação são trocados entre o dispositivo portátil e o PC.

É bem provável que um desses arquivos de sistema fique gravado no computador, mesmo após a retirada do dispositivo USB, e é aí que mora o perigo. Eventualmente, dados que você não gostaria de compartilhar podem ficar disponíveis na máquina e, nas mãos de pessoas mal-intencionadas, podem causar diversos tipo de problemas para o usuário.

Uma das maneiras de se descobrir quais foram os arquivos de sistema que ficaram armazenados é utilizando o aplicativo USB Dumper. Sua missão é informar ao usuário exatamente onde eles ficaram armazenados para que você possa removê-los.No entanto, como se tratam de arquivos de sistema, é possível que muitas vezes você não tenha acesso a possibilidade de apagá-los. Nesse ponto o programa também pode lhe auxiliar, já que conta com uma função que permite criptografar os dados gravados.

Se você quer garantir a segurança completa na criptografia, outra boa alternativa é recorrer ao poderoso TrueCrypt. O aplicativo ficou conhecido no Brasil em 2008, durante uma operação da Polícia Federal. À época foram apreendidos cinco discos rígidos do banqueiro Daniel Dantas, acusado de crimes financeiros.

Todos os drives haviam sido criptografados utilizando o TrueCrypt. A eficácia do software é tamanha que, dois anos depois do ocorrido, ainda não se conseguiu ter acesso aos dados gravados e nem mesmo o FBI e a CIA foram capaz de violar o código.

Além deles outro aplicativo do gênero bastante eficaz é o Bitlocker To Go Reader. Ele não só criptografa os dados como também protege os arquivos presentes no dispositivo USB com senha, garantindo assim que somente você tenha acesso ao conteúdo, mesmo que o pendrive seja perdido.



Homem por trás do .xxx diz que o domínio ajudará os pais a protegerem seus filhos

Os domínios .xxx, que estrearam em 6 de dezembro, são uma proposta de organizar melhor a variedade de sites com conteúdo adulto. Para Stuart Lawley, CEO da ICM Registry, empresa criadora do .xxx, a estreia dos endereços favorecerá um controle maior de qualidade e de acesso aos conteúdos. A novidade, no entanto, é encarada com ceticismo e ainda gera polêmica.

A opinião de Lawley não é unânime. Muitos empresários do setor hesitam em aderir ao .xxx por temerem que certos governos ditatoriais possam levantar filtros e barreiras para que as populações não tenham acesso aos sites. Eles temem que o .xxx seja uma mancha negativa para suas marcas. Além disso, acreditam que tais governos consigam monitorar com maior facilidade, se assim desejarem, o tipo de conteúdo que as pessoas costumam consumir na Internet.

Lawley, por sua vez, diz que o .xxx servirá para identificação imediata de um site e de sua proposta. Além disso, o empresário acredita que a identificação do endereço com seu conteúdo favorece, por exemplo, o controle dos pais sobre aquilo que seus filhos visitam na Internet.

Além do temor de censura governamental em determinadas regiões do mundo, há o receio de que o padrão torne-se obrigatório. Embora a adoção do domínio não seja obrigatória, muitas companhias relevantes do setor temem que sejam forçadas a adotar o domínio por alguns países sob o argumento de “monitoramento”, ou mesmo de censura.

Por outro lado, não é só o pessoal da pornografia que debate a questão. Grupos religiosos temem que os domínios .xxx legitimem a pornografia na Internet e reivindicam contra sua adoção.

Fonte: TECHTUDO

Perdendo memória

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

A emocionante retrospectiva do ano feita pela Google [vídeo]


A Google preparou um vídeo incrível para mostrar ao mundo quais foram os termos mais buscados do ano. Zeitgeist 2011: Year in Review traz uma emocionante retrospectiva de 2011 baseada nos serviços da empresa. Apesar de ser todo feito com imagens da própria Google, em vários momentos isso acaba despercebido em meio aos vídeos e sons do filme.

No vídeo, estão sendo relembradas as principais notícias do ano, como os terremotos que assolaram o Japão, as enchentes que destruíram várias cidades brasileiras, a morte de Osama Bin Laden e o último voo do Ônibus Espacial Atlantis (parte do programa da NASA, que foi abandonado neste ano).

Outras situações marcantes são mostradas, como as revoluções na Tunísia, no Egito e no Sudão do Sul. O filme também relembra alguns dos nomes que deixaram o mundo nos 12 meses de 2011, finalizando com uma homenagem ao ex-CEO da Apple, Steve Jobs. O Google Plus também foi lembrado, sendo utilizado para relembrar fotografias de alguns dos eventos mais marcantes do ano.

Será difícil não se emocionar com a lembrança da garota que depois de adulta pode ouvir pela primeira vez. Zeitgeist 2011: Year in Review é um daqueles vídeos que precisam ser vistos, revistos e compartilhados com todos os seus amigos. Uma excelente homenagem da Google para o mundo.


Fonte: Baixaki