quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

DVD arranhado? Veja como driblar o problema

A saída é tentar copiar os dados para outra mídia e, se essa tentativa não funcionar, polir o CD ou o DVD para reduzir os riscos

Se um dos seus DVDs ou CDs parecem que sofreram um ataque furioso do "Wolverine", há algumas formas de recuperar os dados. Primeiro, use um aplicativo para tentar copiar os dados seguidamente, como o Unstoppable Copier. É um ótimo programa e o melhor ele é gratuito e muito fácil de usar basta instalar e seguir as etapas. Não funcionou ? Tente "polir" a mídia de forma leve com um pano (De preferência de algodão e muito bem limpo), contendo um pouco de creme dental. Os movimentos devem ser radiais ou seja circulares e feitos de forma cuidadosa e sempre de dentro para fora do disco. Note que quanto mais você faz os movimentos mais os riscos vão sumindo, se achar melhor coloque mais um pouco de creme dental e continue, até ele ficar bem polido e os riscos quase que invisíveis.

Lan Houses

Um projeto, que já foi aprovado na Câmara dos Deputados e será votado pelo Senado, estabelece normas para esse setor. Uma delas determina que, antes de usar o computador, o cliente preencha um cadastro informando o RG. O objetivo é aumentar o controle sobre os acessos a rede, evitando assim crimes digitais.

Atualmente 50% dos acessos a internet é feito em lan houses. O Congresso discute novas regras para regular o serviço que atrai muitos adolescentes e a idéia é transformar as Lan houses em centros de inclusão digital, para isso elas terão que sair da informalidade e passar a ter uma visão de empresa com todas a suas obrigações e responsabilidades, saindo assim da marginalização que alguns se encontram. O nosso setor necessita de organização. Precisamos ter regras e controles, pois temos responsabilidades para com a sociedade.
Porém o projeto esbarra em alguns dilemas, pois na obrigação de cadastrar todos os clientes exigindo o RG, inibe os jovens a ter acesso à inclusão digital, pois no Brasil 1,5 milhões de alunos não têm sua identidade, então esses alunos vão ficar na impossibilidade de fazer sua pesquisa escolar, fazer seu trabalho em função de não ter um RG?!
Pelo texto aprovado, a empresa que cumprir as novas regras, vai sair da informalidade e ter benefícios como redução de impostos na compra de equipamentos e possíveis parcerias com o setor público.

Facebook X Vida Real

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Como economizar a bateria da câmera digital


A cena é a seguinte: uma reunião de família. Depois de muitas fotos, você resolve juntar todos para registrar esse raro momento. Depois de muita insistência e finalmente conseguir chamar a família inteira, todos estão em posição e quando você tenta ligar a câmera percebe que a bateria está descarregada.

Se essa cena não aconteceu com você, com certeza já ocorreu algo muito parecido. Todos os fotógrafos, sejam eles amadores ou não, já passaram por algo semelhante, perdendo imagens importantes por ficar sem bateria na câmera depois de apenas algumas fotos.


E a verdade é que existem maneiras simples de economizar energia para que isso não ocorra. É claro que a bateria das câmeras varia de acordo com a marca e o tipo da máquina, mas selecionamos dicas gerais para diminuir o consumo de bateria da sua câmera digital.

1. O principal vilão: tela LCD
Com certeza as telas de LCD são as responsáveis pelo maior gasto de bateria desnecessário. Ainda mais agora que estão cada vez maiores, podendo chegar até 4 polegadas

A maioria das câmeras compactas só possui esta forma de visualizar a imagem na hora da foto, mas uma boa opção – e disponível em 99% das câmeras – é diminuir o brilho da tela. Assim, você garante a economia de energia sem perder o enquadramento da foto.

Para câmeras um pouco mais sofisticas ou profissionais é interessante desligar o visor LCD e fotografar utilizando o visor direto. Seja como for, diminuir o uso do LCD é certeza de economia. E este fator nos leva à segunda dica:

2. Visualizar e deletar imagens? Em casa!

Quantas vezes batemos a foto e ouvimos a pergunta: “Posso ver como ficou?”. Bem, na verdade, não pode. Ficar revendo as imagens feitas, deletando, selecionando em pastas e editando é um costume comum, mas que gasta muita bateria.

Além de deixar o visor LCD ligado por mais tempo, você pede que a câmera realize várias funções que exigem muito da câmera e do cartão de memória, gastando, assim, mais energia. Portanto, se estiver com apenas uma bateria ou em um local sem ter como recarregá-la, deixe para editar e rever suas fotos em casa.

3. Flash: evite!

As câmeras digitais compactas são comumente usadas em modo automático. Nenhum problema até aí, pois eles são geralmente satisfatórios e não exigem conhecimento do usuário. No entanto, esse modo automático define, também, quando utilizar ou não o flash. E podem errar.

O flash gasta muita bateria. Você mesmo pode testar isso, verificando a diferença de fotografar um dia só com flash e outro sem. Com certeza vai perceber que a bateria dura por mais cliques sem a iluminação artificial.

Portanto, se o lugar fotografado for bem iluminado, desligue o flash da câmera. Além de economizar energia, vai proporcionar fotos melhores. Outra opção é utilizar flash externo, no caso de câmeras semiprofissionais e profissionais, pois eles funcionam com bateria própria.
4. Não carregue a bateria mais tempo do que necessário
Este é um erro comum, que muitas pessoas não percebem que cometeram. Ao colocar suas baterias (ou pilhas recarregáveis) para carregar, respeite o sinal luminoso: se ele informa que a bateria já está carregada, retire-a da tomada imediatamente. Deixar suas baterias na tomada por muito tempo pode ocasionar perda de células, diminuindo seu desempenho.




5. Carregar e descarregar
Outra dica com relação à bateria é tentar sempre carregá-la e utilizá-la até o final. Não é necessário esperar até que a câmera desligue. Logo que ela informar que a carga de bateria está baixa, pode recarregar. Mas evite carregar a bateria se ela ainda tem carga para ser utilizada.
6. Observações finais
Mesmo com as dicas acima ainda há coisas que você pode fazer. A primeira delas é verificar se sua câmera tem um modo hibernar. Isso garante que o visor LCD desligue sozinho quando não for usado depois de algum tempo.

Outra dica importante é sempre verificar a carga da bateria antes de sair de casa. Baterias que não forem utilizadas por muito tempo podem descarregar. Vale lembrar que é bom guardá-las em local seco e longe do calor.

E por fim, se puder, sempre carregue uma bateria extra. Melhor ainda se comprá-la juntamente com a câmera, pois a chance de pagar mais barato é maior. Dessa forma, a probabilidade de perder imagens legais por ficar sem carga é menor.

Esperamos que estas dicas ajudem você a não deixar de fotografar nenhum momento importante. São ações simples que podem economizar carga e prolongar a vida útil da bateria de sua câmera digital.

FONTE: TECMUNDO.

Como roubar identidades na internet em apenas 7 passos.

Herbert Thompson (Foto ao lado) tinha tudo para ser mais um estudante comum, mas desde 2008 ele rouba identidades na internet. Calma, Thompson não está mal-intencionado nem cometeu nenhum crime virtual até então. Seus “roubos” são parte de um estudo que acaba de ser publicado na revista Scientific American.

Segundo ele, a proposta é alertar os internautas da fragilidade do sistema de segurança adotado pela maioria das companhias. “É possível roubar todos os dados de uma pessoa na web, a partir de uma simples pesquisa no Google”, alerta Thompson.


Em linhas gerais, os sete passos seriam os seguintes:

  • 1 - No Google, localize um blog pessoal da vítima e um resumo com suas aptidões e interesses. Links para redes sociais também interessam. Em alguns desses lugares, muito provavelmente você obterá um enedereço de email do Gmail.
  • 2 - O próximo passo é tentar acessar uma conta bancária. Mesmo que você esteja errado, o site deve retornar uma pergunta secreta ou um email para cadastro e elmbrete de uma nova senha.
  • 3 - Você ainda não tem acesso ao Gmail da vítima. É hora de repetir o procedimento, tentando clicar em links de recuperação se senha e pergunta secreta. Você receberá um email em alguma conta secundária, provavelmente um antigo email, do colégio ou universidade, muito comuns nos EUA.
  • 4 - O próximo passo é acessar a conta de email do colégio. É aqui que reside o maior problemas já que o nível de segurança em geral é mais baixo. Dados simples como CEP e data de nascimento costumam resolver.
  • 5 - Caso você não tenha a data de nascimento, pode consultar essa informação em algum órgão público. Algumas consultas veiculares são abertas ao público nos EUA, de forma que fácil descobrir o dia do aniversário além de outro dados pessoais.
  • 6 - Caso a documentação não esteja acessível, tente procurar no blog pessoal da vítima. É bem provável que lá exista um post ou uma menção à data de aniversário com o ano de nescimento.
  • 7 - De posse de todos esses dados se torna simples conseguir a senha do email da época do colégio. Dentro dele você terá acesso ao lembrete de senha do Gmail. Com a senha do serviço da Google, você terá acesso ao email enviado pelo banco. Pronto, sua conta acaba de ser crackeada.

Ao definir a vítima a partir do Google, o hacker encontra o blog pessoal dela, com links para redes sociais e, provavelmente, endereços de email. Em seguida, tenta entrar na conta usando as dicas de senha como referência.

Ao solicitar uma nova senha ou mais informações, é possível que alguns dos serviços, como o email da universidade, por exemplo, acabe disponibilizando a possibilidade de reenvio de senha para um novo endereço. Basta que ele consiga uma senha ou acesso a uma rede para que, em cascata, todos seus códigos sejam quebrados.

O estudo completo (em inglês) pode ser conferido neste link. Vale lembrar que as contas “roubadas” por Thompson foram todas relatadas no estudo, de forma que as vítimas ficaram cientes dos perigos que corriam. O Tecmundo não recomenda que você tente seguir os passos e faça o mesmo, afinal essa atitude é criminosa.

Fonte: TECMUNDO

Processamento de Dados