quinta-feira, 18 de julho de 2013

Ex-funcionária fala de “senha-mestra” que permitia logar em qualquer conta do Facebook

A pauta de hoje é segurança, né? Agora, a notícia está relacionada ao Facebook: uma ex-funcionária revelou que funcionários da rede social chegaram a ter acesso a todas as senhas – e, consequentemente, a todos os dados dos usuários, incluindo suas mensagens privadas. Mas não precisa entrar em pânico e apagar seu perfil. Pelo menos, não agora.
Katherine Losse, que era uma porta-voz da empresa e foi a funcionária número 51, disse aoThe Guardian que o pessoal de atendimento ao usuário (equipe da qual ela fez parte) do Facebook tinha uma espécie de “senha-mestra” que permitia entrar em todas as contas.


Isso era necessário, na época, para fazer reparos em algumas contas. E a época era o início do site, em meados de 2005, quando contava com menos de 5 milhões de usuários; hoje, o FB tem políticas mais rígidas quanto a quem tem acesso às informações, com maneiras mais seguras para o usuário de ter seu perfil gerenciado por alguém de lá de dentro caso seja preciso.
Ou seja, hoje em dia sua conta está mais segura do que estaria há oito anos, pelo menos na teoria. Em todo caso, não custa nada trocar a senha de tempos em tempos – não apenas do Facebook, mas de todos os sites nos quais você tem conta; segundo Losse, é comum em startups, especialmente no começo, que o controle da privacidade dos usuários nesse sentido seja meio frouxo.

Com informações: INFO

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Você conhece a DEEP WEB? Então conheça!!!

Deep Web (também chamada de Deepnet, Web Invisível, Undernet ou Web oculta) se refere ao conteúdo da World Wide Web que não faz parte da Surface Web, a qual é indexada pelos mecanismos de busca padrão.

Não deve ser confundida com a dark Internet, na qual os computadores não podem mais ser alcançados via Internet, ou com a Darknet, rede de compartilhamento de arquivos.

Mike Bergman, fundador da BrightPlanet1 e autor da expressão2 , afirmou que a busca na Internet atualmente pode ser comparada com o arrastar de uma rede na superfície do oceano: pode-se pescar um peixe grande, mas há uma grande quantidade de informação que está no fundo, e, portanto, faltando. A maior parte da informação da Web está enterrada profundamente em sites gerados dinamicamente, a qual não é encontrada pelos mecanismos de busca padrão. Estes não conseguem "enxergar" ou obter o conteúdo na Deep Web - aquelas páginas não existem até serem criadas dinamicamente como resultado de uma busca específica. A Deep Web possui um tamanho muito superior ao da Surface Web.
Deep Web - Sites criptografados, onde você só consegue ter acesso com programas específicos.
Existe um bom motivo para esses sites serem criptografados e acessados apenas via proxy (mecanismos que dificultam o rastreio do seu IP). E qual é esse motivo? Simples: a Deep Web esconde o que de mais perverso o ser humano pode produzir. Pedofilia pesada, tráfico de armas, drogas, órgãos, assassinos de aluguel, seitas macabras, hackers, tudo isso são figurinhas carimbadas escondidas pelo anonimato da Deep Web.
A Deep Web se subdivide em 3 camadas mais conhecidas, porém a relatos de mais camadas, cada camada possui um domínio diferente, como por exemplo .ONION, e só pode ser acessado pelo navegador TOR.
Como acessar a Deep Web?
Faça download do TOR PROJECT . Instale Tor Browser, e Vidalia Bundle (ferramentas e estatísticas de rede completas), caso você seja um usuário Linux nem precisa se preocupar muito, só instale o Tor Browser Bundle. Por fim, configure-o de modo que seja adequado pra você. Muito cuidado! Você está em território hostil.
Existe outras formas de acessar a Deep Web com o navegador FREENET, porém ele é mais difícil de usar comparando-o com o navegador TOR, pois ele não usa o FIREFOX, e sim o CHROME. Como já foi citado, as regras de criptografia, protocolos de discagens, serão diferente nesta forma de acessar a Deep Web, páginas que terminavam com o .ONION não existirão, e sim com um número falso de IP seguido de uma URL encriptografada.
Um dos buscadores para conteúdos na Deep Web está no link http://xycpusearchon2mc.onion/, existem muitos outros, porém alguns não funcionam de forma eficaz e podem te levar a algum conteúdo desagradável.
Esta é uma das grandes diferenças dos navegadores. O TOR oculta o IP do internauta, já o FREENET oculta o IP das páginas em seu domínio; o TOR prega o anonimato, o FREENET funciona em um sistema de redes que permite conectar você entre os internautas deste domínio; embora haja um anonimato, você pode trocar informações, logo, o anonimato vai depender das informações trocadas; os buscadores da rede ONION são fáceis de encontrar, os da rede FREENET quase não existem.
O anonimato presenta na Deep Web é o que garante a grupos de pedófilos, traficantes, seitas raciais como nazistas, e coisas do tipo, falarem abertamente sobre o assunto em fóruns. Aliás, isso é o que mais existe na Deep Web: fóruns falando sobre tudo quanto é assunto. Muitos assuntos dos quais, se fossem comentados na web normal, renderiam bons anos de cadeia a todas as pessoas que ali estavam comentando.
O lado bom da Deep WEB
Muitos correspondentes internacionais se comunicam com suas respectivas redações por meio da Deep Web. Países como Irã, Coreia do Norte e China costumam controlar a internet convencional, sobretudo se quem estiver navegando nela for um jornalista estrangeiro. Nesse caso, usar a Deep Web é um jeito de burlar a censura. Especialistas acreditam que a própria Primavera Árabe não teria existido sem a Deep Web.
O Wikileaks e o Anonymous dificilmente teriam incomodado tanta gente poderosa se não fosse pela versão underground da internet. É lá que as quebras de sigilo começam – e foi graças a esse espaço que os próprios Anonymous divulgaram a identidade de quase 200 pedófilos no final de 2011.
A disseminação de conhecimento e bens culturais na parte de baixo da web também é mais radical do que estamos acostumados. Fóruns de programação bem mais cabeçudos que os da internet superficial, livros até então perdidos, músicas que são como achados em um sítio arqueológico em Roraima, artigos científicos – pagos na web normal, gratuitos na Deep – Tudo que existe na web, existe de maneira muito mais agressiva na DW. Tanto pro bem quanto pro mau.

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Segundo pegadinha, Facebook irá entregar dados para governo americano

De acordo com a farsa, usuários que não republicarem o aviso teriam suas informações espionadas e seriam forçados a pagar taxa pelo uso da rede social
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Uma nova pegadinha anda circulando pelo Facebook e enganando muitos desavisados. Na mensagem, o autor anônimo afirma que fiscais da rede social farão uma busca nos perfis dos usuários para determinar quem aceita que seus dados sejam enviados ao governo norte-americano. Além disso, aqueles que não copiarem o aviso supostamente seriam cobrados uma taxa de cerca de R$ 10 por semana de uso da rede.
O texto busca ganhar credibilidade ao citar nomes de programas famosos, como o Jornal Nacional, o Fantástico (ambos da Rede Globo) e o Programa do Ratinho (do SBT). No entanto, nenhuma das fontes citadas fez menção ao assunto. A farsa também lista instituições financeiras que cobrariam os “inadimplentes”, mas entrega a piada ao errar a sigla do Serasa (que aparece escrita com a letra Z) e citar órgãos fictícios como “Bobonis” e “Trolins”.
Ao final da mensagem, o autor afirma que a única forma de impedir a espionagem de seus dados e a cobrança da taxa é copiar e colar o aviso em seu próprio perfil. Para instigar os leitores desavisados a agirem sem pensar ou pesquisar, o texto determina o prazo de 12 horas para que as alegadas mudanças entrem em efeito.
Fonte: E-Farças.com


COMO RECUPERAR UM CD E DVD RISCADO?

CD e DVD são feitas de plástico poli-carbonato e são vulneráveis a riscos e danos. Se um CD está danificado é impossível ouvir ou ver o conteúdo . Muitas vezes, as pessoas mantém dados importantes dentro deste tipo de hardware externo. Quando um CD ou DVD tem riscos, a possibilidade é que os dados armazenados em tais unidades também vão ficar perdidos.

Alguns destes danos podem ser rapidamente resolvidos usando algumas dicas. Se o CD ou DVD está terrivelmente danificado então é impossivel recuperá-lo. Tecnicamente, os dados dentro de um CD ou DVD são embalados entre duas camadas de poli-carbonato. Se o risco ou o abrasão é tão profundo que toca essa camada de proteção em seguida, é literalmente impossível recuperá-lo. No entanto, vamos ver quais são as possibilidades de recuperar um CD ou DVD.

Embora ele seja feito de poli-carbonato um método fácil para recuperar um CD arranhado ou DVD é poli-lo. Para polir arranje um pequeno e fino pincel como os que se usam para pintar e, em seguida, varra suavemente a superficie do CD. Em seguida, arranjar um tecido como aqueles para limpar óculos) e esfregue no CD lentamente. Mas enquanto estiver a limpar por favor não execute movimentos circulares em vez disso, tente limpe com movimentos de vai- e- vem em linha reta.

O primeiro passo explicado só funcionará se o risco no CD não é profundo. Se isto não funcionar, a segunda maneira é colocar um spray de revestimento anti-reflexo sobre o CD ou DVD. Geralmente, este spray é possível comprar em loja de óculos para limpar os óculos. Então, tente com esse spray, muitas vezes, que funciona perfeitamente.

Outra maneira de recuperar um CD arranhado ou DVD é limpar a parte riscada usando um pasta de dentes que contém um ingrediente chamado bicarbonato de sódio. Basta aplicar uma pequena porção de pasta dentífrica sobre a parte arranhada e, em seguida, limpá-lo outra vez com movimento de vai-e-vem em linha recta. Também é possível comprar loções de reparação de riscos de CD e DVD que contêm o mesmo ingrediente chamado bicarbonato de sódio e aplicá-la como a ponta de pasta de dentes. Claro, é mais caro.. Vaselina, cera de polir o carro ou sapatos são alguns outros produtos para polir o CD ou DVD. No entanto, tente limpar sempre em linha recta e nunca deixou qualquer vestígios desses produtos sobre o CD. Tem de retirar o produto totalmente com o tal tecido de limpar os oculos.

Estas são apenas algumas dicas fáceis para recuperar o conteudo valioso de um CD e/ou DVD. 

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Governo dos EUA destrói mouses, TVs e impressoras para combater malware

Sim, é exatamente isso que você leu. No total, Departamento de Comércio dos EUA destruiu US$ 170 mil em equipamentos.
Não importa se você é um usuário final ou o representante de um órgão governamental, combater malwares é sempre uma boa ideia. O governo norte-americano também se preocupa com questões como essa, mas um dos seus departamentos escolheu uma forma pouco convencional – e nada eficaz – de lutar contra os crimes cibernéticos.
O Departamento de Comércio dos Estados Unidos destruiu cerca de US$ 170 mil em equipamentos tendo como objetivo combater malwares. O fato curioso é que entre os aparelhos destruídos estão impressoras, TVs e até mesmo mouses. O caso veio à tona apenas agora, após uma auditoria interna.
“A destruição de componentes de tecnologia foi claramente desnecessária”, afirmou um dos responsáveis por descobrir o fato. Como se não bastasse, o relatório revelou ainda que o malware procurado estava presente apenas em dois computadores, e não nas mais de 250 peças que foram destruídas.
O relatório encerra ainda afirmando que o departamento deve sim se preocupar com esse tipo de ameaça, mas deve fazê-lo de forma “apropriada e efetiva”. Ao que parece, algum estagiário apresentou uma “solução” para o problema e muita gente acabou comprando a ideia.


segunda-feira, 8 de julho de 2013

Brasil é alvo prioritário de espionagem americana pela internet

Edward Snowden, ex-funcionário da CIA que revelou o grande esquema de espionagem dos EUA, está de volta com mais uma revelação: o Brasil foi alvo prioritário dos americanos na última década, tão monitorado quanto países como China, Rússia e Irã. Isso envolve tanto telefonemas como o tráfego de internet, seja de brasileiros, pessoas em trânsito no país, ou empresas instaladas aqui.
É o que diz uma reportagem do jornal O Globocom a coautoria de Glenn Greenwald, que ajudou Snowden a revelar o PRISM. O governo brasileiro cobra explicações dos EUA, e vai tomar várias medidas para coibir violações à privacidade como esta.
Documentos vazados por Snowden mostram que a coleta de dados é “constante e em grande escala”. No continente, somos o segundo país mais monitorado – ficamos apenas atrás dos EUA. Isso seria feito através de empresas americanas, e também através da interceptação de satélites – o PRISM seria apenas a ponta do iceberg.
No Brasil, o principal instrumento de espionagem se chama “Fairview”. O programa seria usado pela NSA (Agência de Segurança Nacional) em parceria com uma grande empresa de telefonia dos EUA, que mantém relações com outras no Brasil e no mundo. Dessa forma, ela teria acesso às redes de comunicações locais – incluindo as brasileiras.
Os documentos não revelam qual é essa operadora dos EUA, nem se as empresas brasileiras sabem que ajudam na espionagem. No entanto, é através do Fairview que os americanos coletam e-mails e registros telefônicos de milhões de pessoas e empresas.
Esta não seria a única forma de violar a privacidade dos brasileiros: satélites também estariam envolvidos. Outros documentos revelam que, pelo menos até 2002, havia uma estação americana de espionagem em Brasília. Operada pela NSA e CIA, ela coletava informações de satélites do país. No mundo, havia 16 bases como esta – nós tínhamos a única base na América do Sul.
Brasília também era uma das 75 cidades no mundo a abrigar uma força-tarefa chamada Special Collection Service (SCS), hospedando espiões da NSA e da CIA que trabalhavam em conjunto. No entanto, nossa capital era uma das únicas a abrigar o programa de espionagem através de satélites de outros países, o Fornsat. (A outra cidade era Nova Délhi, na Índia.)
Greenwald suspeita que o interesse dos EUA pode não estar apenas em invadir a privacidade dos brasileiros, e sim de países como China e Irã. Em entrevista ao Fantástico, ele diz:
Não temos acesso ao sistema da China, mas temos acesso ao sistema do Brasil. Então estamos coletando o trânsito do Brasil não porque queremos saber o que um brasileiro está falando para outro brasileiro, mas porque queremos saber que alguém na China está falando com alguém na Irã, por exemplo.

Reação

O governo brasileiro não gostou nem um pouco das revelações, e cobrou uma explicação dos EUA.
O Ministério das Relações Exteriores já pediu esclarecimentos ao embaixador dos EUA, enquanto a embaixada em Washington fará isso diretamente ao governo americano. Em nota, o Itamaraty diz também que vai pedir ajuda de órgãos internacionais:
O governo brasileiro promoverá no âmbito da União Internacional de Telecomunicações (UIT), em Genebra, o aperfeiçoamento de regras multilaterais sobre segurança das telecomunicações. Além disso, o Brasil lançará nas Nações Unidas iniciativas com o objetivo de proibir abusos e impedir a invasão da privacidade… estabelecendo normas claras de comportamento dos Estados na área de informação e telecomunicações…
Recorrendo à ONU e UIT, o governo quer criar uma governança multilateral da internet. Atualmente isso é feito pela Icann, subordinada ao governo americano.
Dentro do âmbito brasileiro, providências também serão tomadas. A Polícia Federal e a Anatel vão investigar se empresas no Brasil forneceram, para a NSA, acesso a redes locais de comunicações.
Além disso, o poder Executivo deve pressionar a Câmara dos Deputados a votar o marco civil da internet, cujo andamento está travado há meses. Um dos objetivos do marco civil é proteger sua privacidade na internet: ele proíbe os provedores de guardar um log com os sites que você visita, mas prevê que provedores de internet devem armazenar o seu registro de conexão por um ano (quando você usou a internet, e por qual IP).
Paulo Bernardo, ministro das Comunicações, diz ao Globo que a espionagem de brasileiros é crime:
O mais provável é que o monitoramento seja feito pelos cabos submarinos e satélites. Nas transmissões internacionais e ligações, a maioria dos cabos passa pelos Estados Unidos… Se isso realmente ocorreu, configura crime contra a legislação brasileira e a Constituição. Nossa Constituição assegura o direito à intimidade e privacidade.
Segundo O Globo, a presidente Dilma Rousseff ficou preocupada com o possível monitoramento político, comercial e industrial feito pelos EUA. Em reunião neste domingo, ela discutiu com ministros a criação de um grande sistema nacional para armazenamento de dados, cujo objetivo ainda não está claro.

Snowden

Desde que revelou sua identidade há cerca de um mês, Edward Snowden tenta fugir do governo americano, que o processou formalmente e quer apreendê-lo para julgamento.
Snowden pediu asilo ao Equador, que lhe foi negado após intervenção dos EUA. Então o Wikileaks fez o pedido a vinte outros países. O Brasil estava na lista, mas negou-se a abrigar o informante: o Ministério das Relações Exteriores deixou claro que “não há intenção de responder”. Outros países também recusaram o pedido. O Wikileaks, então, pediu asilo em seis outros países, cujos nomes não foram revelados devido às “tentativas de interferência dos EUA”.
Os presidentes da Nicarágua e Venezuela, no entanto, já se ofereceram a abrigar o ex-funcionário da CIA. Evo Morales, presidente da Bolívia, também ofereceu o convite. Morales ficou preso na Áustria por 13 horas, devido a suspeitas de que Snowden estaria a bordo de seu avião. (França e outros países europeus não o autorizaram a atravessar seu espaço aéreo.)
Enquanto Snowden continua sua fuga, os segredos de espionagem dos EUA continuam a vazar. Depois que a União Europeia também descobriu que foi monitorada, esperamos que os países de todo o mundo enfim se reúnam para decidir os limites de ações antiprivacidade como esta. [O Globo,O Globo]

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Como cuidar bem da bateria do seu smartphone


O seu smartphone é um pequeno milagre, um computador de bolso que pode atender a quase todas as suas necessidades. Mas seus superpoderes não adiantam de nada se ele ficar sem energia. Com as baterias removíveis se tornando cada vez mais raras, você precisa cuidar bem da que tem. Felizmente, não é difícil manter o íon-lítio alimentando a sua máquina faz-tudo se você seguir algumas regras simples.
Obviamente, a primeira regra para aumentar a vida da sua bateria é não gastar ela inteira jogando Candy Crush ou andando por aí com Wi-Fi e GPS ligados quando você não está usando nenhum deles e precisa bastante que a bateria dure um tempo extra. Mas além disso, existem algumas dicas básicas de cuidados e recargas. Eis um guia simples para uma bateria mais saudável.

Mantenha carregada

Você já deve ter ouvido uma história sobre baterias recarregáveis e “efeito de memória”. Você sabe, se você não “ensinar” o potencial completo delas ao carregar completamente e esperar a descarga total, elas vão “esquecer” parte da capacidade. Esqueça isso tudo. Está errado.
Isso existe sim, mas só se aplica a baterias de níquel – seu smartphone usa uma de íon-lítio, e precisa ser tratada de maneira diferente. Especificamente, você precisa deixar ela cheia sempre que possível.
Para conseguir o melhor da sua bateria de íon-lítio, você deve tentar manter com mais de 50% de carga na maior parte do tempo possível. Fazer ela acabar completamente não vai ajudar muito; na verdade, vai prejudicar a bateria se você fizer isso com frequência. É importante fazer uma descarga completa a cada mês, em média, para “calibração”, mas não faça isso sempre. Deixar sua bateria secar completamente não vai fazer ela explodir nem nada, mas vai encurtar a sua vida.
Por outro lado, você não vai querer deixar ele carregando o tempo inteiro. Baterias de íon-lítio podem sobreaquecer com facilidade. Felizmente para você, seu carregador sabe como ajudar nisso, e ele vai parar de carregar assim que seu smartphone estiver com carga completa. E para complicar as coisas, sua bateria não gosta de ficar totalmente cheia. Na verdade, ela vai se comportar melhor se você tirar do carregador antes de atingir 10%, e e deixar plugada quando ela já está carregada vai causar uma pequena degradação.
Então, se você quiser otimizar a vida da sua bateria, você deve tentar carregar de 40% até 80% de uma vez, e então voltar a carregar sempre que possível. Algumas pequenas recargas não são ruins como ir de 100 a 0 o tempo inteiro, mas também não é o ideal.

Mantenha fresco

É fácil se preocupar com hábitos ruins de recarga graças aos treinamentos que tivemos com antigas baterias recarregáveis, mas as baterias de íon-lítio têm um inimigo pior: calor. A bateria do seu smartphone vai degradar muito mais rápido quando estiver quente, independentemente de estar sendo usada ou apenas parada sem fazer nada.
A uma temperatura média de 0 graus Celsius, a bateria de íon-lítio vai perder 6% da sua capacidade máxima por ano. A 25 graus Celsius, o número salta para 20%, e a 40 graus Celsius, impressionantes 35%. Claro, não é prático manter seu telefone na geladeira, mas vale a pena evitar deixá-lo dentro de um carro quente por muito tempo e outras situações similares.

Evite carregador wireless

Carregadores wireless podem ser incrivelmente convenientes se seu smartphone tiver essa capacidade, mas eles têm suas desvantagens. Os carregadores por indução que existem atualmente tem o terrível hábito de gerar um pouco de calor. Desperdício de energia é uma chatice em geral, mas o calor também vai tostar a sua bateria durante o processo. Isso não é bom. É menos conveniente ter que plugar o carregador, mas isso vai fazer sua bateria ficar em forma, especialmente se você estiver em um lugar quente.

Nunca deixe descarregar completamente

Obviamente, usar a sua bateria vai fazer ela se degradar. Mas ela vai morrer lentamente até se você deixar seu iPad no armário por um tempo. Há um truque para minimizar o envelhecimento inevitável: deixe um pouco de carga.
Se você vai guardar uma bateria de íon-lítio por um tempo, tente deixar ao menos 40% da bateria carregada. Baterias de íon-lítio não perdem 30% de energia por mês como as de níquel-metal-híbrido; elas perdem entre 5% e 10% da carga a cada mês.
E quando as baterias de íon-lítio ficam fracas – 0% – elas ficam seriamente instáveis, e perigosas para carregar. Para prevenir desastres como explosões caso você tente carregar uma nesse estado, elas contam com circuitos de auto-destruição que vão desabilitar (leia: destruir) a bateria, se ela chegar ao fundo do poço. Isso vai te poupar de um ataque de ácido de bateria no rosto, mas também vai te deixar com uma bateria a menos.

Não se preocupe muito com isso

É fácil proteger a sua bateria, mas também é bastante fácil ficar com preguiça. E isso é bom, porque enquanto você não for um completo idiota, você ficará bem. Normalmente, uma bateria de íon-lítio dura de três a cinco anos, e provavelmente você vai trocar seus gadgets nesse tempo. O pequeno dano de uma ideia tecnicamente ruim como deixar seu telefone plugado toda noite, ou usar carregador sem fio, provavelmente vale a pena pela conveniência.
Ainda assim, é bem fácil manter a sua bateria razoavelmente saudável, evitando a tortura diária de ver seu smartphone ficar completamente sem bateria, ou deixá-lo dentro de um carro quente o tempo inteiro. E da próxima vez que você voltar para casa com carga de sobre, você vai ficar feliz com isso